Reproduzo texto do editorial do sítio "Carta Maior":
ANACRÔNICOS NEM A FIESP, NEM O FMI DEFENDEM MAIS O QUE A ORTODOXIA APREGOA PARA O BRASIL.
1)BC recusa choque ortodoxo, ainda assim eleva juro em 0,25%. Quanto isso custa? Resposta da FIESP: "mais R$ 4,5 bilhões (...)com este acréscimo, o Brasil poderia construir 3 mil escolas e erguer e aparelhar 180 hospitais".2)Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI defende o controle de capitais e exemplifica com o caso brasileiro: 'Se você acha que os mercados de capitais não trabalham de forma perfeita, algo em que todos nós poderemos concordar a esta altura, depois do que vimos acontecer, então você vai querer ter ferramentas (como o controle de capitais) para reduzir riscos, para influenciar comportamentos. Há circunstâncias em que fluxos de capitais levam a riscos... Por exemplo, se empresas brasileiras tomam empréstimos em Nova York em dólares e você está preocupado com a possibilidade de um risco cambial excessivo (...) Se você puder interromper o fluxo de capitais... essa é a coisa certa para fazer (...) Muitos economistas acreditavam que, se a inflação fosse estável, as questões do desemprego e do hiato do produto estariam superadas. Com frequência, esse não é o caso (...) você pode ter inflação estável ... mas nos bastidores pode estar criando problemas financeiros(...) Essa é a essência da crise atual'. (Valor, 20-04)
1)BC recusa choque ortodoxo, ainda assim eleva juro em 0,25%. Quanto isso custa? Resposta da FIESP: "mais R$ 4,5 bilhões (...)com este acréscimo, o Brasil poderia construir 3 mil escolas e erguer e aparelhar 180 hospitais".2)Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI defende o controle de capitais e exemplifica com o caso brasileiro: 'Se você acha que os mercados de capitais não trabalham de forma perfeita, algo em que todos nós poderemos concordar a esta altura, depois do que vimos acontecer, então você vai querer ter ferramentas (como o controle de capitais) para reduzir riscos, para influenciar comportamentos. Há circunstâncias em que fluxos de capitais levam a riscos... Por exemplo, se empresas brasileiras tomam empréstimos em Nova York em dólares e você está preocupado com a possibilidade de um risco cambial excessivo (...) Se você puder interromper o fluxo de capitais... essa é a coisa certa para fazer (...) Muitos economistas acreditavam que, se a inflação fosse estável, as questões do desemprego e do hiato do produto estariam superadas. Com frequência, esse não é o caso (...) você pode ter inflação estável ... mas nos bastidores pode estar criando problemas financeiros(...) Essa é a essência da crise atual'. (Valor, 20-04)
(Carta Maior; 5º feira, 21/04/2011)
Em tempo: Segue um link de um texto publicado por Emir Sader sobre essa elevação da taxa de juros e o que ela representa...
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