3ª do Plural - Engenheiros do Hawaii
Buenas! Bem Vindo ao Blog do Prof. Diego - "Tema Gerador".
Esse blog é destinado a informar e construir conhecimento referente a diversos assuntos do cotidiano. Sempre a partir de um "Tema Gerador" retirado de falas presentes no mundo real ou virtual de nossas vidas e com a intenção de transformar a realidade!
Aproveite, opine e indique!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Depois da "tempestade"...
"...o plano para as fronteiras brasileiras integra a política nacional de segurança pública, compromisso de campanha “intrínseco ao compromisso com o crescimento econômico do país, com o combate e controle da inflação, com um país sem miséria, com um país que aposta na ciência e tecnologia, e com um país que tem na segurança pública um dos seus eixos fundamentais”.
Essa fala é da Presidenta Dilma.
Durante o lançamento do programa para fronteiras.
Promessa de campanha, como ela mesmo disse.
Ou seja, voltamos ao que interessa.
Cumprir o que foi prometido e manter o país em crescimento.
Portanto, o Governo não parou, como queriam alguns (a direita e sua "grande" mídia).
Até porque, se depender dela (a mídia) e seus representantes (a direita "elitista"), a gente não fica sabendo de nada.
Assim como, do primeiro trem-bala do país que já está pronto, fabricado...
E das aeronaves não tripuladas que estão sendo testadas lá em Santa Maria (RS) e que servirão para proteger nossas fronteiras...
Sem falar da pouca divulgação que teve o lançamento do principal programa já criado nesse país, o "Brasil sem miséria"...
É o tal controle de opinião...
Buenas...
Desligue a tv e vá ler um livro...
Ou melhor, vá para a internet!
Segue abaixo, um link com a notícia do lançamento de mais um programa do Governo Federal.
Uma boa análise!
"Qual o resultado final dessa história? Tornar o Executivo mais vulnerável às demandas de partidos aliados fisiológicos".
Essa fala é do Jornalista Luis Nassif.
Feita em post no seu "sítio".
Uma análise sobre a demissão do agora, ex-Ministro Palocci.
Vou reproduzir aqui.
Para quem quiser ler...
É a "grande mídia" pautando o debate.
E com uso da esquerda...
Buenas.
A demissão de Palocci
Enviado por luisnassif, qua, 08/06/2011 - 10:00Coluna Econômica
A demissão de Antônio Palocci, em si, não prejudica o país. De minha parte, considerei rematada imprudência sua nomeação para um cargo-chave, como Ministro-Chefe da Casa Civil.
Mesmo que formalmente não tenha cometido nenhum ilícito, como consultor, era evidente que o mero exercício da consultoria e o fato de ter enriquecido no último ano daria margem a toda sorte de exploração política.
***
É grande a lista de ministros que enriqueceram depois de terem deixado o governo. É enorme o capital acumulado no exercício da função, permitindo várias formas de usufruto, dos legítimos aos ilícitos.
Por exemplo, antes da crise mundial, havia uma operação praticada no Banco Central que permitiu ganhos expressivos a muitas empresas: o swap reverso. A empresa ganhava se houvesse uma apreciação do real. Muitas relutavam em apostar por não ter segurança sobre quando poderia haver uma inversão do câmbio.
um ex-Ministro como consultor permite uma segurança extra na aposta. A mesma segurança de clientes de Maílson da Nóbrega, quando ele os aconselhava sobre apostas cambiais. Nem digo que Palocci tenha praticado esse tipo de consultoria. Apenas exemplifico.
Os economistas do Real ganharam muito mais dinheiro e em operações muito mais duvidosas. A questão é que nenhum deles largou consultoria para retornar ao governo, em posição estratégica.
***
De qualquer modo, o episódio demonstra as vulnerabilidades do modelo político brasileiro e a maneira como se utiliza politicamente o escândalo – especialmente quando se misturam questões objetivas (como as dúvidas sobre os clientes de Palocci) com factoides (a "denúncia" da Veja sobre o proprietário do imóvel alugado por ele).
***
A verdade é que desde o impeachment de Fernando Collor a denúncia tem sido utilizada como ferramenta exclusiva de disputa política – não como instrumento de aprimoramento das instituições. E é um jogo bastante empregado pela chamada grande mídia do circuito Rio-São Paulo incluindo as revistas semanais.
***
Mantem-se os escândalos guardados, reais ou fictícios, como em gôndolas de supermercados. Depois, vão sendo tirados da prateleira dependendo do interesse político em jogo.
Na hora em que quiser, a mídia poderá fazer o mesmo contra Serra, Aécio, Alckmin, Eduardo Campos, Cabral, Ministros de Dilma, secretários de Alckmin. Porque são acusações que independem de comprovação. Não há a mediação do Poder Judiciário, a análise de provas e contraprovas. Basta criar o movimento, a onda, o fato político e aguardar o desfecho.
***
Esse mesmo modelo foi aplicado contra FHC logo após a mudança cambial – quem não se recorda da saraivada de capas de revistas semanais com as acusações mais estapafúrdias contra ele, disparadas por Antônio Carlos Magalhães? Tentou-se contra Lula, no episódio do mensalão. E, agora, inaugurou-se contra Dilma, em cima de seu assessor mais vulnerável.
***
Qual o resultado final dessa história? Tornar o Executivo mais vulnerável às demandas de partidos aliados fisiológicos.
A demissão de Antônio Palocci, em si, não prejudica o país. De minha parte, considerei rematada imprudência sua nomeação para um cargo-chave, como Ministro-Chefe da Casa Civil.
Mesmo que formalmente não tenha cometido nenhum ilícito, como consultor, era evidente que o mero exercício da consultoria e o fato de ter enriquecido no último ano daria margem a toda sorte de exploração política.
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É grande a lista de ministros que enriqueceram depois de terem deixado o governo. É enorme o capital acumulado no exercício da função, permitindo várias formas de usufruto, dos legítimos aos ilícitos.
Por exemplo, antes da crise mundial, havia uma operação praticada no Banco Central que permitiu ganhos expressivos a muitas empresas: o swap reverso. A empresa ganhava se houvesse uma apreciação do real. Muitas relutavam em apostar por não ter segurança sobre quando poderia haver uma inversão do câmbio.
um ex-Ministro como consultor permite uma segurança extra na aposta. A mesma segurança de clientes de Maílson da Nóbrega, quando ele os aconselhava sobre apostas cambiais. Nem digo que Palocci tenha praticado esse tipo de consultoria. Apenas exemplifico.
Os economistas do Real ganharam muito mais dinheiro e em operações muito mais duvidosas. A questão é que nenhum deles largou consultoria para retornar ao governo, em posição estratégica.
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De qualquer modo, o episódio demonstra as vulnerabilidades do modelo político brasileiro e a maneira como se utiliza politicamente o escândalo – especialmente quando se misturam questões objetivas (como as dúvidas sobre os clientes de Palocci) com factoides (a "denúncia" da Veja sobre o proprietário do imóvel alugado por ele).
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A verdade é que desde o impeachment de Fernando Collor a denúncia tem sido utilizada como ferramenta exclusiva de disputa política – não como instrumento de aprimoramento das instituições. E é um jogo bastante empregado pela chamada grande mídia do circuito Rio-São Paulo incluindo as revistas semanais.
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Mantem-se os escândalos guardados, reais ou fictícios, como em gôndolas de supermercados. Depois, vão sendo tirados da prateleira dependendo do interesse político em jogo.
Na hora em que quiser, a mídia poderá fazer o mesmo contra Serra, Aécio, Alckmin, Eduardo Campos, Cabral, Ministros de Dilma, secretários de Alckmin. Porque são acusações que independem de comprovação. Não há a mediação do Poder Judiciário, a análise de provas e contraprovas. Basta criar o movimento, a onda, o fato político e aguardar o desfecho.
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Esse mesmo modelo foi aplicado contra FHC logo após a mudança cambial – quem não se recorda da saraivada de capas de revistas semanais com as acusações mais estapafúrdias contra ele, disparadas por Antônio Carlos Magalhães? Tentou-se contra Lula, no episódio do mensalão. E, agora, inaugurou-se contra Dilma, em cima de seu assessor mais vulnerável.
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Qual o resultado final dessa história? Tornar o Executivo mais vulnerável às demandas de partidos aliados fisiológicos.
Em tempo: segue um link do sítio "Conversa Afiada"... também, para quem quiser ler...
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2011/06/07/magazine-leva-nordestino-de-volta-a-terra-lula-nao-tomava-o-pau-de-arara/
terça-feira, 7 de junho de 2011
Eu falei!
"Desde o inicio do ano previa-se aqui esse movimento a partir de maio ou junho, meramente pelo efeito estatístico. Mas mercado e mídia jogaram no terrorismo, tentando puxar os juros para cima antes que o efeito estatístico se materializasse."
Essa fala foi publicado no "Luis Nassif Online".
É...
Eu falei!
Clique no link abaixo para ler a matéria publicada originalmente no sítio do Jornal Folha de São Paulo (eca)...
domingo, 5 de junho de 2011
Livro de Receitas!
Receita nº 2:
PLANO DE AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
INTENCIONALIDADE: Construir o conceito de diversidade;
PRÁTICA DE ÁREA: Jogo - "Amarelinha";
1º MOMENTO: Provocar a turma para a prática do jogo "amarelinha", com todos os participantes formando duplas e tendo de pular usando somente uma perna cada um. Depois da realização da atividade, problematizar com o grupo sobre o que foi feito, sobre as dificuldades encontradas durante a realização do jogo e sobre se existem pessoas que podem pular "amarelinha" com uma perna só;
2º MOMENTO: Dialogar com a turma sobre o conceito de diversidade e como ela se manifesta nos diferentes grupos socais existentes em nossa sociedade. Sobre se essa diversidade é respeitada em todos os tipos de atividades, locais de convivência, espaços públicos, o que devemos fazer para que isso seja respeitado e sobre quem deve garantir que isso seja respeitado. Dialogar também, sobre os diferentes formas do jogo "amarelinha" encontradas nas diferentes regiões do país e do mundo e nas diferentes formas de pular "amarelinha" que observem a diversidade de pessoas existentes em nossa sociedade;
3º MOMENTO: Provocar o grupo para uma nova prática, pedindo para que a turma crie outras formas de jogo que respeite a participação de outros tipos de pessoas e seus limites (em duplas com um dos dois de olhos fechados, com um carregando o outro, em trios fazendo uma cadeirinha "humana", pular imitando um sapo...). Provocar a turma também, para que façam um registro no caderno do que aconteceu na aula colocando suas opiniões sobre o conhecimento aprendido;
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Função Social da Escola!
"Esse aprendizado é paralelo a toda educação que a escola oferece..."
Essa fala é de uma matéria da revista "Carta Capital".
Essa fala é de uma matéria da revista "Carta Capital".
Reproduzida no sítio "Educação Política".
Matéria que trata do assunto sobre a suspensão (por enquanto) do Kit de combate à homofobia.
Já escrevi AQUI sobre isso antes.
E, concordo com a fala da matéria.
Pressupõe-se que todo Professor, com letra maiúscula, saiba trabalhar esse assunto em suas aulas.
Não precisando, portanto, de um kit.
E se, por acaso, não souber...
Aí, a culpa é de quem o formou...
Das Universidades!
Vou deixar o link do "Educação Política", com a matéria da "Carta Capital", para que se possa ter instrumentos de debate...
Buenas!
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