"Nada a temer, senão o correr da luta..."
Buenas!!!
Buenas! Bem Vindo ao Blog do Prof. Diego - "Tema Gerador".
Esse blog é destinado a informar e construir conhecimento referente a diversos assuntos do cotidiano. Sempre a partir de um "Tema Gerador" retirado de falas presentes no mundo real ou virtual de nossas vidas e com a intenção de transformar a realidade!
Aproveite, opine e indique!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Análises!
Rapidinho...
Vou deixar dois links com duas boas análises sobre um assunto muito importante.
O desenvolvimento de dois países.
O nosso...
E o dos Cubanos...
Para analisarmos assim, como esses países são "tratados" pelo mídia.
Principalmente, a nossa...
Buenas!
Análise do Ipea sobre o IDH Brasileiro, publicada no sítio da "Carta Maior":
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18937
Análise sobre o IDH Cubano, publicada no blog "Pragmatismo Político":
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/11/e-agora-como-explicar-as-criticas.html
Vou deixar dois links com duas boas análises sobre um assunto muito importante.
O desenvolvimento de dois países.
O nosso...
E o dos Cubanos...
Para analisarmos assim, como esses países são "tratados" pelo mídia.
Principalmente, a nossa...
Buenas!
Análise do Ipea sobre o IDH Brasileiro, publicada no sítio da "Carta Maior":
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18937
Análise sobre o IDH Cubano, publicada no blog "Pragmatismo Político":
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/11/e-agora-como-explicar-as-criticas.html
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Mídia: fiscalização ou poder paralelo?
Reproduzo texto produzido por Venício A. de Lima.
Publicado na Revista "TEORIA E DEBATE".
Mais um texto que contribui para entendermos como trabalha a "mídia" brasileira.
Buenas!
Publicado na Revista "TEORIA E DEBATE".
Mais um texto que contribui para entendermos como trabalha a "mídia" brasileira.
Buenas!
FISCALIZAÇÃO DO GOVERNO OU PODER PARALELO?
No clássico Four Theories of the Press, de Siebert, Peterson e Schramm – uma das consequências indiretas do longo trabalho da Hutchins Commission, originalmente publicado no auge da Guerra Fria (University of Illinois Press, 1956) –, uma das funções descritas para a imprensa na chamada “teoria libertária” era exercer o papel de “sentinela” da liberdade.
Em outro livro, também clássico, que teve uma pouco conhecida tradução brasileira (Os Meios de Comunicação e a Sociedade Moderna, Edições GRD, 1966), Peterson, Jensen e Rivers assim descrevem a função:
Os libertários geralmente consideravam o governo como o inimigo mais temível e tradicional da liberdade; e, mesmo nas sociedades democráticas, os que exercem funções governamentais poderiam usar caprichosa e perigosamente o poder. Portanto, os libertários atribuíam à imprensa a tarefa de inspecionar constantemente o governo, de fazer o papel da sentinela, chamando a atenção do público sempre que as liberdades pessoais estivessem perigando (p. 151-152).
Nos Estados Unidos, a teoria libertária foi substituída pela teoria da responsabilidade social, mas o papel de fiscalização sobre o governo permaneceu, lá e cá, geralmente aceito como uma das funções fundamentais da imprensa nas democracias liberais representativas.
Jornalismo investigativo
O chamado “jornalismo investigativo”, que surge simultaneamente ao “ethos” profissional que atribui aos jornalistas a “missão” de fiscalizar os governos e denunciar publicamente seus desvios, deriva do papel de “sentinela” e é por ele justificado. A revelação de segredos ocultos do poder público passou a ser vista como uma forma de exercer a missão de guardião do interesse público e a publicação de escândalos tornou-se uma prática que reforça e realimenta a imagem que os jornalistas construíram de si mesmos.
Com o tempo, a mídia passou a disputar diretamente a legitimidade da representação do interesse público, tanto em relação ao papel da Justiça – investigar, denunciar, julgar e condenar – como em relação à política institucionalizada de expressão da “opinião pública” pelos políticos profissionais eleitos e com cargo nos executivos e nos parlamentos. Tudo isso acompanhado de uma permanente desqualificação da Política (com P maiúsculo) e dos políticos.
Na nossa história política há casos bem documentados nos quais a grande mídia reivindica para si esses papéis. O melhor exemplo talvez seja o da chamada “rede da democracia” que antecedeu ao golpe de 1964 e está descrita detalhadamente no livro de Aloysio Castelo de Carvalho, A Rede da Democracia – O Globo, O Jornal e o Jornal do Brasil na Queda do Governo Goulart (1961-64); NitPress/Editora UFF, 2010.
Mais recentemente, a presidenta da Associação Nacional de Jornais (ANJ) declarou publicamente:
A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo, de fato, a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo" (“Ações contra tentativa de cercear a imprensa”, O Globo, 19/3/2010, pág. 10).
Poder paralelo
Como chamou a atenção o governador Tarso Genro, na abertura de um congresso nacional contra a corrupção, organizado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, em outubro passado:
Criou-se um jornalismo de denúncia, que julga e condena. Usam a corrupção como argumento para dizer que as instituições não funcionam e tentar substituí-las (...) atualmente, os casos mais graves são investigados pela mídia e divulgados dentro das conveniências dos proprietários dos grandes veículos (...) fazem condenações políticas de largas consequências sobre a vida dos atingidos, e tomam para si até o direito de perdão, quando isso se mostra conveniente(http://sul21.com.br/jornal/2011/10/grande-midia-quer-instituir-justica-p...).
Será que estamos a assistir no Brasil à comprovação prática da afirmação de Paul Virilio: “A mídia é o único poder que tem a prerrogativa de editar suas próprias leis, ao mesmo tempo em que sustenta a pretensão de não se submeter a nenhuma outra”? A resposta a essa questão deve ser dada pela própria Justiça e pelas instituições políticas. A ver.
Venício A. de Lima é sociólogo e jornalista; autor, entre outros, de Comunicação e Cultura: as Ideias de Paulo Freire; 2ª. ed. revista, com nova introdução e prefácio de Ana Maria Freire. EdUnB/Perseu Abramo, 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Prevenir para não ter que reprimir!
"Em vez de investir em mecanismos preventivos, Estado brasileiro gasta mais na recuperação de autores de atos infratores".
Fala de Cida de Oliveira, na "REDE BRASIL ATUAL".
Buenas!
É mais eficaz garantir direitos...
Do que negar direitos...
Políticas públicas não evitam que jovens se tornem infratores, diz estudo da USP
O Estado brasileiro tem direcionado seus investimentos na recuperação de jovens infratores, quando deveria criar mecanimos mais efetivos na garantia de seus direitos básicos, previstos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Essa é uma das principais conclusões de um estudo da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que acompanhou nove jovens em cumprimento de liberdade assistida. Segundo a socióloga Liana de Paula, autora da pesquisa, os jovens continuam vivenciando as mesmas tensões estruturais que levam uma parcela deles a se envolver com atos infracionais, numa lógica que ataca apenas a supercífie do problema e tende a contribuir pouco para minimizar suas causas.
Essa política, segundo ela, pode ser incentivada pela repressão, que dá mais visibilidade do que a prevenção. Ou seja, há maior repercussão na opinião pública quando se investe em unidades de internação do que em políticas que garantam os direitos, cujos resultados só se tornam mais visíveis a médio e longo prazos.
Initulado Liberdade assistida: punição e cidadania na cidade de São Paulo, o estudo indica que o investimento preventivo melhoraria a qualidade de vida dos jovens e diminuiria, a médio prazo, a proporção dos que tornam-se criminosos. Escolas sucateadas ou mal equipadas, problemas de moradia e de saúde são alguns dos fatores que desestimulam os jovens e contribuem para sua exclusão econômica e social.
Conforme a pesquisadora, a maioria dos adolescentes infratores acompanhados durante a pesquisa apresentava defasagem escolar superior a dois anos entre idade e série, o que sinaliza processo de exclusão na escola por meio da repetência e da retenção. A eles o poder público impõe o retorno à mesma escola que os excluiu e que tem pouco significado em termos de construção de conhecimento e de credenciais que lhes permitam acessar o mercado formal de trabalho.
Ainda segundo a socióloga, a proposta de inclusão à cidadania por meio da liberdade assistida surgiu em meados da década de 1970, com a criação da Pastoral do Menor. O intuito da então pioneira liberdade assistida comunitária era estabeler vínculos do jovem com a sociedade por meio da promoção e garantia de seus direitos individuais e sociais.
Porém, a pesquisadora aponta falhas. A garantia dos direitos dos jovens se apoia em esquemas formais de intervenção fundamentados nas relações familiares, na escola e na inserção no mercado de trabalho. O que se questiona, no entanto, são as dinâmicas dessas mesmas instituições. A resposta da liberdade assistida os leva a seguirem o mesmo ‘script’ prescrito na sentença judicial -- o que pouco contribui para o efetivo exercício de sua cidadania.
O estudo demonstra que muito se investe depois do ato infracional e quase nada no sistema de proteção da infância e juventude e que cabe ao poder público garantir os direitos básicos do ECA, independentemente de o jovem ter ou não cometido algum ato infracional. De acordo com o censo do IBGE de 2000, 0,16% dos 25 milhões de jovens brasileiros, entre 12 e 18 anos, cumpriam medidas socioeducativas.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Reflexões vespertinas...
Depois de uns dias meio "preguiçoso"...
Vou retornando à "ativa"...
E, numa terça-feira de tarde ensolarada...
O melhor é refletir...
Segue abaixo, algumas reflexões!!!
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18914
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/11/repugnante-cor-da-pele-e-fator.html
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marisa-meliani-e-falso-dizer-que-o-brasil-perdeu-posicoes-no-idh.html
http://pravalerpralutar.blogspot.com/2011/11/um-nova-comunicacao-possivel.html
Buenas!
Vou retornando à "ativa"...
E, numa terça-feira de tarde ensolarada...
O melhor é refletir...
Segue abaixo, algumas reflexões!!!
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18914
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/11/repugnante-cor-da-pele-e-fator.html
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marisa-meliani-e-falso-dizer-que-o-brasil-perdeu-posicoes-no-idh.html
http://pravalerpralutar.blogspot.com/2011/11/um-nova-comunicacao-possivel.html
Buenas!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
O SUS e a ignorância!
"Campanha: Lula faça o tratamento pelo SUS."
Essa fala foi retirada dos sítios da diversas redes sociais da internet.
Essa fala foi retirada dos sítios da diversas redes sociais da internet.
Fala feita pelas mais diversas pessoas.
Umas motivadas por puro preconceito e outras pela falta de informação.
O Sistema Único de Saúde é, sem dúvidas, um sistema falho.
Não se pode negar.
Só que a falha está no atendimento a toda demanda gerada.
Está na quantidade de atendimentos.
Entretanto, no quesito qualidade, não deixa a desejar.
Os tratamentos de câncer pelos SUS são eficazes.
O tratamento pelo SUS é muito bom.
O problema do SUS está na quantidade de antendimentos e nem sempre na qualidade.
E, o engraçado é que essas pessoas que criticam o SUS, o criticam tentando atingir diretamente o Governo Federal, como se só ele fosse responsável pela saúde pública de todo o país...
Essas pessoas não levam em consideração os Estados e municípios.
Que não constróem hospitais, postos de atendimento...
Que não contratam Médicos, Enfermeiros e demais especialistas...
E, que, quando contratam, não dão a remuneração devida...
Disso, essas pessoas não lembram...
Por que será???
Vou deixar dois links que trazem alguns dados referentes ao Sistema Único de Saúde.
Um do "BLOG DO ROVAÍ" que trata do preconceito "dessas" pessoas referentes ao Lula e ao Sus, e, ao mesmo tempo, provoca se essas mesmas pessoas apoiariam uma campanha para criação de um imposto único sobre grandes fortunas para financiar a saúde pública...
E outro, do sítio "MARIA FRÔ" que traz dados do Ministério da Saúde sobre o SUS.
Buenas!
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